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Fundadores


A EFAO, no propósito de criar um melhor conhecimento sobre os seus fundadores, no sentido do estreitamento entre todos os envolvidos, convida cada um a partilhar das suas ideias, dos seus pensamentos, e, geralmente, de qualquer informação, biográfica ou outra.

São Fundadores da EFAO

Fernando Loureiro

Nuno Pinto Teixeira

Nasci em Moçambique em 1964, onde cresci e fui educado. Fui amado pelos meus pais e avós. Apaixonei-me. Dei um nome ao meu filho. Na minha vida, o fundamental que eu absorvi do mundo e das pessoas:

• Quem somos, o que estamos aqui a fazer, para onde vamos
• O que amamos, pensamos, sentimos, queremos
• O espírito divino
• As palavras da natureza
• A alma nua do homem
• A paz e o amor pela família humana
• A felicidade no caminhar
• Ver a beleza
• O maior mistério: a existência
• A maior magia: a vida

Ana do Carmo

Paulo Silva Pires

Nasci em Bullawayo, Zimbabwé, em 1972, quando este país ainda se denominava de Rodésia do Sul, vim para Portugal com apenas 3 anos.
A paixão pelo campo, pelos animais e pela natureza, surgiu naturalmente, para um rapaz que cresceu em Portugal, numa quinta no Alentejo Litoral, quando não existiam os computadores, os telemóveis, a internet e a televisão tinha dois canais, mas em que o Homem já tinha pisado a superfície da Lua e uma atmosfera de grandes descobertas científicas e humanas parecia demonstrar que tudo era possível.
Físico de formação, sou um apaixonado pela forma como as ciências descrevem o ambiente que nos rodeia.

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Rita Montez Cadima

Rita Montez Cadima



Sou Portuguesa.
Matemática e especialista de informática.
Trabalho na saúde.
O que considero importante é o respeito pela diferença.

 

 

 

 

 



Ana João do Carmo

Ana João do Carmo

Hoje em dia existe uma necessidade de frisar a importância que todos temos na sociedade e no mundo onde vivemos, uma obrigação de nos responsabilizarmos pelos atos que tomamos, corrigindo o mal e promovendo o que achamos ser o correto.
Como mãe, o futuro dos meus filhos preocupa-me, pois se não houver um desenvolvimento promissor não haverá lugar no mercado de trabalho e consequentemente não haverá um futuro próspero tanto para a humanidade como para o ambiente.
Portanto somos nós, os adultos e os jovens, juntos por uma terra que eles irão herdar tal como nós, os adultos, a deixámos.